Monthly Archives: fevereiro 2018

2018-Curso Gramática e Redação – ÚLTIMOS DIAS para Inscrição!

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2018

CURSO DE GRAMÁTICA E REDAÇÃO

CARGA HORÁRIA: 50 horas

TURMAS:   SEXTA – 14:00 AS 17:00 Início previsto 02/03/2018

SÁBADO – 08:00 AS 11:00 Início previsto 03/03/2018

 

Prof. Dr. Thiago Martins Prado (Dr. em Estudo de Teorias e Representações Literárias e Culturais)

Turmas de, no mínimo, 30 alunos e, no máximo, de 50 alunos.

 

 

OBJETIVOS:
a) Compreender fenômenos linguísticos;
b) fornecer subsídios para a compreensão textual, articulando questões da gramática normativa com interpretações da crítica cultural;
c) produzir textos de acordo com a convenção ortográfica e regras de pontuação vigentes a partir de discussões de textos informativos contemporâneos.

MÉTODOS UTILIZADOS:
Aulas expositivas e participativas.
Estudo dirigido e prática de escrita.

 

     CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

I – Aspectos da gramática normativa ortografia, acentuação gráfica (atualizadas com o novo acordo ortográfico); crase, uso dos porquês e pontuação; noções de sintaxe: processos de subordinação e coordenação, tipos oracionais, análise sintática; noções de morfossintaxe: classes de palavras (substantivo, adjetivo, artigo, pronome, numeral, verbo, advérbio, preposição, conjunção e interjeição), concordância e regência verbais e nominais.

II – Organização e interpretação textuais; interpretação de textos poéticos e narrativos; debate de temas destacados pela imprensa atual; argumentação de forma clara, coesa e coerente segundo padrão dissertativo; indicações de aspectos vocabulares e estilísticos para a prática redatora.

 

INVESTIMENTO: PAGAMENTO À VISTA EM VALOR ÚNICO = R$ 430,00

Ou em 3 VEZES – 1ª parcela de R$ 190,00 no ato da matrícula mais 2(duas) de

R$ 150,00 cada com vencimento a 30 e 60 dias com total = R$ 490,00 no Cartão

 

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA MATRÍCULA

RG e CPF.

Certificado ao final do curso, com frequência mínima de 75% das aulas.

ÚLTIMOS DIAS PARA A MATRÍCULA.

DE SEGUNDA A SEXTA das 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00h, na recepção do GPL.

Carro elétrico português com Matt Damon ao volante

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Chama-se Buddy, tem a cruz de Cristo nas jantes e foi desenhado em Portugal, em 2009. Agora, o carro elétrico criado pelo CEiiA está nas mãos de Matt Damon, no filme “Pequena Grande Vida“.

Ficamos super felizes, principalmente as pessoas que estiveram envolvidas no projeto”. Foi assim que o Centro para Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEiiA), em Matosinhos (cidade do norte de Portugal), recebeu a notícia que Matt Damon, galardoado com um Oscar da academia, conduziria um carro desenvolvido e desenhado por portugueses no “Pequena Grande Vida”, o mais recente filme de Alexander Payne.


Foi há nove anos que uma equipa de 23 engenheiros portugueses acabou o projeto do pequeno carro eléctrico. Mas como é que este microcarro — que nas jantes tem a Cruz de Cristo (sim, a mesma das caravelas portuguesas) — chegou às telas de cinema?

Para o CEiiA isto tem especial significado, é muito importante para nos dar força e ambicionar desenvolver veículos que possam ser a mobilidade do futuro”, afirmou Helena Silva, diretora técnica do CEiiA.

“Este projeto foi a nossa entrada na mobilidade eléctrica com um contrato que ganhamos internacionalmente em 2008”, acrescenta a diretora técnica. Na altura, Helena Silva era membro do conselho consultivo do CEiiA e foi uma das responsáveis pela coordenação da equipa de 23 engenheiros e seis designers portugueses que tinham a seu cargo redesenhar o Buddy (“companheiro”, em português), um icônico carro eléctrico norueguês que desde 1991 se tornou símbolo de sustentabilidade nas estradas.


“Tivemos muito trabalho para aumentar a segurança do veículo e pelo caminho integrámos muitas empresas portuguesas, como, por exemplo, a IETA e a IPTEX”, conta a executiva do CEiiA. Como missão para redesenhar o carro estava a ideia de “criar um icon de sustentabilidade que fosse do ponto A para o ponto B com baixo custo”.
O símbolo português da Ordem de Cristo nas jantes fez parte da missão do CEiiA de “posicionar Portugal como referência da indústria da mobilidade”. O objetivo foi “tatuar a identidade portuguesa” em algo que é utilizado em países de todo o mundo, explica Helena Silva.

Desde 2009 que a empresa não trabalha com a Buddy Electric, mas o CEiiA espera que com este destaque do Buddy no cinema “surjam novas oportunidades para trabalharem em conjunto”. Foi depois de terem completado com sucesso este primeiro projeto de mobilidade eléctrica que o CEiiA arrancou para outros projetos. Como exemplo explica que um dos projetos mais recentes do CEiiA, um carro drone com o nome Flow.me, é fruto do trabalho começado com o projeto do Buddy.

O Buddy é a sexta geração de um carro elétrico criado na Dinamarca que no início do novo milênio passou a ser feito na Noruega, país onde é maioritariamente vendido. O modelo mais recente foi finalizado em 2009, em Portugal.

 

Com três lugares para passageiros, cabe em estacionamento paralelos de qualquer forma (de lado ou de frente para trás). Tem autonomia para entre 20 e 60 quilômetros, dependendo da temperatura e como e onde é utilizado. A velocidade máxima, a pensar nas cidades, é de 80 quilômetros por hora, mas tem a grande vantagem de poder ser carregado através de uma tomada eléctrica normal.


O carro aparece no filme “Pequena Grande Vida”, uma história que em que as personagens Matt Damon e Kristen Wiig passam a ter 13 centímetros para viverem numa cidade em ponto pequeno criada por cientistas noruegueses para resolver o problema de excesso de população na Terra. O Buddy é utilizado como exemplo de sustentabilidade em tamanho mini para uma mobilidade mais racional nas cidades modernas.

 

Adaptação de um texto de Manuel Pestana Machado, em O Observador

A Amazônia Está em Perigo, segundo peritos

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Biólogos das Nações Unidas alertam para emergência na maior floresta do planeta

A floresta da Amazónia aproxima-se perigosamente de um ponto de “não retorno” se a desflorestação ultrapassar os 20% da sua área original, segundo biólogos da Fundação das Nações Unidas.

Num editorial publicado hoje na revista Science Advances, os investigadores norte-americano Thomas Lovejoy e brasileiro Carlos Nobre asseguram que a desflorestação da Amazônia alcançou cerca de 17% da sua vegetação nos últimos 50 anos e advertem que, chegar ao limite de 20%, seria chegar ao abismo climático.

A área amazónica produz aproximadamente metade da sua própria precipitação pluvial ao reciclar a humidade à medida que o ar se move desde o Oceano Atlântico, através da América do Sul, até ao oeste.

Esta umidade é importante para alimentar o ciclo de água da Terra de forma mais ampla, e afeta o bem-estar humano, a agricultura, as estações secas e o comportamento da chuva em muitos países da América do Sul, advertem os especialistas.

Recentemente, fatores como as mudanças climatéricas, a desflorestação e o uso generalizado do fogo, influirão no ciclo natural da água nesta região, referem os biólogos.

Os estudos feitos até esta data, apontam para o facto de que interações negativas entre estes fatores significam que o sistema amazônico se alterará.

 

100 anos do Edifício sede do G.P.L.

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O atual edifício sede do Gabinete Português de Leitura de Salvador, de estilo arquitetônico Neomanuelino (estilo arquitetônico com origens à época do Descobrimento), foi projetado entre 1912 e 1915 pelo arquiteto italiano Alberto Barelli e construído pelo mestre de obras português Pinto Parente.

Foi inaugurado a 3 de fevereiro de 1918.
O edifício apresenta uma fachada com elementos alusivos a glórias intemporais, representadas por um lado, pela figura do Infante D. Henrique, personagem fundamental na investigação cientifica e arranque dos descobrimentos, e por outro, pelo expoente máximo da literatura e língua portuguesa, Luiz de Camões. Compõem também a fachada escudos e brasões que completam o estilo arquitetônico e evidenciam o estilo neomanuelino.

Durante a sua trajetória, o Gabinete recebeu visitantes notáveis da cultura universal portuguesa, incluindo ministros e presidentes de Portugal. A 9 de junho de 1922, os aviadores portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral – que estavam a completar a primeira ligação aérea Portugal-Brasil, ou se preferir, Europa-América – foram recebidos, solenemente, deixando escrito no Livro de Honra a passagem pela Instituição e pela primeira cidade do Brasil:

“Nunca poderemos esquecer que passamos no Gabinete Português de Leitura uma das noites mais felizes da nossa vida” 9-VI-22 (Livro de Honra, 1922).

Nesta data foi inaugurada a luz elétrica no GPL e apresentado o vitral produzido em 1921, na cidade de Paris, oferecido por um imigrante português. O vitral retrata a primeira missa celebrada no Brasil, então Terras de Santa Cruz, em 26 de abril de 1500, pelo Frei Henrique de Coimbra, próximo ao local da chegada da Armada de Pedro Álvares Cabral.

Ao se observar a história da Instituição, percebe-se que, assim como seus congêneres nas cidades do Rio de Janeiro e Recife, o Gabinete Português de Leitura de Salvador foi inteiramente concebido, tanto cultural quanto arquitetonicamente, como um lugar de reverência à cultura universal da língua portuguesa, um lugar de memória, sendo o livro utilizado como um dos instrumentos no resgate da memória construída pela língua portuguesa.

Atualmente
Estamos orgulhosos com a escolha de Salvador como Capital da Cultura da Comunidade dos Países da Língua Oficial Portuguesa. A decisão, anunciada em reunião da CPLP realizada no Convento do Carmo, em maio passado, não poderia ser mais adequada.

Vivemos numa cidade com um legado único, reconhecido no mundo. O conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico do centro histórico da cidade, por exemplo, é reconhecido, desde 1985, patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, a Unesco.

Hoje, o Gabinete Português de Leitura promove ou ajuda a promover eventos, de âmbito exclusivamente cultural.

Essa promoção abrange essencialmente cursos, oficinas, palestras, debates, exposições amostras, leituras (etc.), na sua sede, ou fora dela, com a finalidade de promover ações culturais, destinados aos seus associados e ao público em geral, contribuindo dessa forma para o fomento do desenvolvimento cultural de Salvador.