Categoria: Comunidade

Comemorações do 10 de junho

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O Gabinete associou-se às comemorações virtuais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

Por iniciativa do *“Encontro LUSÓFONO”*, foram partilhadas algumas histórias, ideias e projetos, como sinônimos do *colorido multicultural da lusofonia*, em homenagem à já referida celebração.

Neste encontro virtual – transmitido via youtube (https://youtu.be/BDmmX97PIX0) – estiveram presentes, entre outros, o Cônsul Geral de Portugal na Bahia, o Gestor dos Fortes de Santa Maria, Forte de São Diogo e Forte de Monte Serrat (Fortes Históricos da 6a. Região Militar – Região Marechal Cantuária), o Presidente do Hospital Português, o Presidente do Gabinete Português de Leitura da Bahia, o Presidente da Casa dos Açores, o Presidente da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil – Bahia, especialistas, professores universitários, jornalistas, pesquisadores, advogados, arquitetos, empresários, uma cineasta, um procurador, um físico, um engenheiro, e um ativista.

Neste encontro, deu-se a conhecer algumas das instituições portuguesas na Bahia, portugueses em Portugal ou radicados no Brasil, brasileiros com um contributo fenomenal nestas ligações, um ativista angolano dos direitos humanos e alguns amigos dos portugueses e de Portugal.

Estes, partilharam algumas das suas histórias, conhecimentos e sentimentos. Houve sensibilidades e participações distintas, mas – pensamos – foi esse colorido que fez com que a homenagem estivesse imbuída “espírito universal” do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

Hoje é o Dia Mundial da Língua Portuguesa

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António Abreu Freire

Porque hoje é o Dia Mundial da Língua Portuguesa, aqui vai um texto: as últimas páginas (496-500) da “Quase Biografia” de Vieira, de minha autoria, livro publicado recentemente pela Academia Maranhense de Letras e que aguarda melhores dias para ser divulgado.

Quando da comemoração dos quatrocentos anos do nascimento do padre Antônio Vieira, em 2008, fazia quinhentos e dezanove anos que fora impresso o primeiro livro em língua portuguesa (1489), a tradução de um Sacramental castelhano para uso do clero na liturgia e na pastoral (já se tinha imprimido em Portugal um livro em hebraico um ano antes, a Torah ou Pentateuco). Ainda no século XVI as tipografias tinham-se espalhado pelos espaços do Padroado português no Oriente, em Goa, Cochim, Macau e Nagasáqui, divulgando a língua e a cultura ocidental. No Brasil só aconteceu e clandestinamente em 1747, cinquenta anos após a morte de Vieira (o texto impresso intitulava-se Relação da entrada que fez o excelentíssimo e reverendíssimo senhor D. Antônio do Desterro Malneiro, bispo do Rio de janeiro) e a divulgação dos livros na colônia foi severamente controlada até ao fim do governo do marquês de Pombal. Muitas das condenações da Inquisição ao longo do século XVIII tinham como origem o crime de possuir livros proibidos; o simples fato de possuir livros tornava uma pessoa normal suspeita de here-sia e até a leitura da Bíblia chegou a ser proibida. Quem possuísse uma biblioteca, mesmo que fosse um nobre da mais elevada estirpe, necessitava da autorização do Santo Ofício para possuir os livros que desejava. A suspeição que os censores e qualificadores dependentes do tribunal do Santo Ofício mantiveram desde as primeiras publicações e durante séculos a propósito dos escritos de Vieira, assim como a irracional perseguição pombalina a tudo quanto tinha origem em jesuítas, dificultou consideravelmente a divulgação da obra do maior gênio da nossa literatura, tanto em Portugal como no Brasil. Só em 1808 é que a Imprensa Régia chegou ao Rio de janeiro, graças à retirada de D. João VI de Portugal, quando já se multiplicavam tanto no reino como na colônia as academias, havia mais de um século. Apesar dos muitos obstáculos que perturbaram a divulgação da sua obra, Vieira contribuiu mais do que qualquer outro para a difusão e o enriquecimento da língua portuguesa por todo o espaço do domínio político e econômico no tempo colonial e depois dele. Hoje a língua portuguesa cresce no mundo ao ritmo da emergência de países jovens e ambiciosos que conquistaram o respeito e a admiração de milhões de pessoas de outras culturas, empenhadas em estudar por todo o mundo a língua e as expressões culturais dos povos que dizem o que sentem e o que esperam do futuro no idio-ma inconfundível de Antônio Vieira.

No maior e mais dinâmico espaço político onde se fala o portu-guês, tudo começou nas praias de Porto Seguro, na costa agora chama-da do Descobrimento, a terra do primeiro encontro, visitada hoje por forasteiros do mundo inteiro, que vêm em cata da mesma beleza que encantou os rudes marinheiros de quinhentos. Eles deixam-se seduzir pelos vestígios vivos de uma civilização que se construiu ao longo de cinco séculos de paixões e de utopias.

Quando Pedro Álvares de Gouveia (mais tarde Cabral) partiu de Lisboa com destino à Índia, viagem que o trouxe até às praias de Porto Seguro, levava na nau-capitânia uma réplica da imagem de Nossa Se-nhora da Esperança, a padroeira da sua terra natal, Belmonte, vila es-condida nas serranias da província da Beira Alta. A imagem foi à Índia e voltou; é de pedra, muito antiga, pesa quase cem quilos e representa Nossa Senhora com o Jesus menino ao colo, sustentado pelo braço es-querdo de sua mãe que tem na mão direita uma pomba. A mãe olha para o filho com admiração e o menino olha para a pomba com curiosi-dade e carinho. Foi talvez essa imagem que enfeitou o altar da primeira missa no Brasil, celebrada a 26 de abril de 1500, no primeiro Domingo depois da Páscoa. De seguida começaram a chegar outros forasteiros, cada vez mais numerosos, chegou a cana-de-açúcar da ilha da Madeira, chegaram escravos negros do continente africano, aconteceram guerras, desastres, euforias e paixões. No ano de 1940 Portugal festejou com uma grandiosa exposição os oitocentos anos da sua fundação (1140) e os trezentos anos da Restauração (1640); o Brasil ofereceu a Portugal uma réplica da estátua de Cabral que se encontra no Rio de Janeiro e Portugal ofereceu ao Brasil uma réplica da imagem da Senhora da Espe-rança da igreja de Belmonte.

O ano de 2008 foi particularmente importante para Portugal e Brasil, pela comemoração de importantes eventos que marcaram a his-tória dos dois países: os duzentos anos da chegada da corte e da família real ao Brasil e os quatrocentos anos do nascimento de um dos maiores portugueses e brasileiros de todos os tempos, o padre Antônio Vieira. Algo de espetacular ficou por acontecer para mostrar ao mundo inteiro a importância e o significado das comemorações, um MEMORIAL em honra de Vieira e a concretização de um consensual e inteligente acor-do ortográfico, homenageando a prodigiosa língua que a partir de um espaço pobre e despovoado dos confins ocidentais da Europa, desde que o rei D. Dinis a impôs como idioma oficial do reino em 1290, se fez grande e se transformou num dos principais idiomas do planeta. Todas as civilizações são mortais, algumas delas eternas enquanto duram. Como dizia Vieira dos portugueses, um pequeno espaço para nascer, o mundo inteiro para crescer e morrer. Nunca é tarde para nascer, a morte é que pode esperar. Nenhum fonema dirá, nenhuma toada despertará a saudade do futuro.

O céu strela o azul e tem grandeza.

Este, que teve fama e à glória tem,

Imperador da língua portuguesa,

Foi-nos um céu também.

No imenso espaço seu de meditar

Constelado de forma e de visão,

Surge, prenúncio claro do luar,

El-rei D. Sebastião.

Mas não, não é luar: é luz do etéreo.

É um dia; e, no céu amplo do desejo,

A madrugada irreal do Quinto Império

Doira as margens do Tejo

(Fernando Pessoa, 1929)

Jornalistas do “Público” e da “Visão” no Gabinete

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Mariana Correia Pinto e Miguel Carvalho, ambos jornalistas portugueses de dois dos maiores veículos da comunicação escrita portuguesa, escolheram a cidade de Salvador para usufruírem das suas merecidas férias.

Apesar desta viagem ter tido um caráter meramente pessoal, os dois fizeram questão de conhecer as origens do Gabinete Português de Leitura da Bahia, as suas histórias e o seu edifício.

Escutaram com muita atenção e tomaram notas sobre o que tínhamos para contar sobre a instituição Gabinete desde os seus primórdios, passando pela composição sociológica das gerações de migrantes portugueses que fizeram e ainda compõem os corpos sociais desta entidade ao longo dos seus 156 anos, algumas referências aos grandes personagens da literatura, filosofia, história e política que por ali têm passado – com destaque e reverência para os grandes dignitários e para o filósofo Agostinho da Silva.

Falamos também da influência e penetração do Gabinete junto dos vários setores sociais, intelectuais e acadêmicos (sobretudo baianos e portugueses), mas também do esforço e resiliência totalmente voluntários, na manutenção de uma entidade secular, com tão poucos recursos.

Neste quesito, além de evidenciarmos as necessidades de se obter financiamento célere para se colmatar evidências de reparo urgente, comentamos também a receptividade positiva por parte do grande público, sobre as nossas redes sociais, tanto no que é o DNA natural do Gabinete “leitura em português para formar indivíduos”, que se traduzem em milhares de visualizações dos artigos que vão sendo publicados no nosso blogue, como pela aceitação pública de novos projetos, como é exemplo a Rádio Nova da Língua Portuguesa, projeto que pretende divulgar os vários sotaques e sonoridades de pessoas falantes em português ao redor do planeta, dando privilégio à música, como instrumento universal de comunicação e assimilação.

Da sua visita pela cidade de Salvador, sentiram-se profundamente tocados por uma missa que presenciaram na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, pela forma como foram recebidos na Casa do Rio Vermelho, pela essência do que é a vida nos subúrbios da grande Salvador, além de terem ficado bastante sugestionados com as condições em que resiste o Gabinete Português de Leitura da Bahia.

Sobre os visitantes:

Mariana Correia Pinto é jornalista do diário português o Público, fez parte da equipa fundadora do P3, desenvolveu durante um ano, um projeto no Facebook em parceria com o fotojornalista Manuel Roberto “Porto Olhos nos Olhos”. e publicou o livro “Porto última Estação”, editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Miguel Carvalho é jornalista na Revista portuguesa Visão, tendo já passado pelo “Diário de Notícias” e pelo semanário “O Independente“, é autor, até à data, de 6 livros

Eis algumas das fotos da sua passagem pelo Gabinete a 31 de janeiro de 2020.

Eleição para a Assembleia da República Portuguesa

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Caro(a) compatriota.

Portugal precisa mais uma vez da sua preciosa atenção e ação.

Nós portugueses, estamos a ser chamados para mais um ato (e um dever) de cidadania cívica a favor da democracia: votar nas eleições à Assembleia da República que acontecerão já nos próximos 5 e 6 de outubro.

Para que se vá familiarizando (e, procurar informações sobre os programas eleitorais de cada partido concorrente nessa lista), informamos que no “Círculo eleitoral Fora da Europa” (que é o nosso), deverá ter este espécime de boletim de voto

Para os que irão votar presencialmente no Consulado a partir das 08 horas, sabem que, nesse dia, devem levar o Cartão de Cidadão.

Para os que irão votar por via postal, deverão estar a receber no seu endereço oficial (enviado pelo Ministério da Administração), correspondência para o efeito. Essa correspondência, [REGISTADA], terá também um boletim de voto e dois envelopes, sendo que um é de cor verde e outro branco [que contém instruções e endereços] que, após o voto, terão de ser devolvidos ao Ministério da Administração Interna.

Pormenor muito importante: Na eleição para a Assembleia da República, os cidadãos portugueses residentes no estrangeiro podem optar pelo voto presencial ou pelo voto por via postal, mas só se esta opção tiver sido feita até à data da marcação de cada ato eleitoral. Se não manifestou a sua opção de forma de votar até aos primeiros dias de agosto do corrente, por defeito, foi entendido que optou pelo voto por via postal.

Para votar, no boletim assinala com uma cruz a opção de voto, dobra o boletim de voto em quatro e coloca-o dentro do envelope de cor verde (sem quaisquer indicações ou documentos). Feche-o e, em seguida, dobre pelo tracejado indicado, sem dobrar o boletim de voto já inserido.

Depois, com o texto da folha de instruções voltado para si, coloque uma cópia legível do cartão de cidadão e o envelope verde no centro. Umedeça as laterais e cole conforme as dobras. Este será o envelope de envio.

Depois de tudo devidamente fechado, deve colocá-lo no correio antes do dia da eleição.

O envelope de devolução do boletim do seu voto já está pago por Portugal:

basta só VOCÊ EXERCER O SEU PODER DE VOTO E DEVER DE CIDADÃO PORTUGUÊS….

VII ENCONTRO LUSO-AFRO-BRASILEIRO AS MULHERES E A IMPRENSA PERIÓDICA

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Gabinete Português de Leitura – Salvador, Bahia
7 e 8 de outubro de 2019

A VII edição do Encontro Luso-Afro-Brasileiro: As mulheres e a imprensa periódica, que terá lugar em Salvador (BA), durante os dias 7 e 8 de outubro 2019, no Gabinete Português de Leitura, integra as intervenções de mais de 3 dezenas de colegas portuguesas, brasileiras e africanas em torno de temas ligando mulheres e imprensa periódica.

A partir do projeto «Senhoras do Almanaque» serão estudadas algumas das figuras femininas que nele constam, durante o período em que esteve ativo (séculos XIX-XX) inclusivamente estando previsto o lançamento de alguns livros entretanto editados. Haverá ainda espaço para nos ser apresentado o próprio projeto e suas derivas por quem o idealizou e levou à prática. Não obstante, o VII Encontro será palco para conhecer e debater a presença feminina em periódicos e nalguns casos abordar muito em particular as crônicas como «Eles e Elas» ou «Modos e modas: usos e costumes», em jornais e revistas publicados em diferentes continentes como é o caso de O País, A Tarde, Voz Feminina, Cláudia, A Paladina do Lar ou O Brado Africano.

Determinadas regiões serão escrutinadas a fim de dar a conhecer as «mulheres de letras» e nesse caso lembradas serão as presenças femininas do Norte do Brasil, assim como as de determinados Estados, Rio Grande do Sul, Piauí e Bahia são disso exemplo.

Aguardamos a entrega dos textos entretanto produzidos pela(o)s colegas pois quer a seleção dos ensaios coligidos em 2018 – Real Gabinete Português do Rio de Janeiro – e 2019 – Gabinete Português de Leitura – Bahia, serão editados na Colecção Elas, a fim de serem convenientemente disseminados pelas diversas comunidades acadêmicas, literárias e outras, que neles possam ter interesse.

Aguardamos a V/ presença, na esperança de que escrita e escritoras beneficiem do nosso olhar e do debate que em Salvador conseguirmos fazer.

Lisboa – Salvador – Agosto 2019
A Comissão Organizadora

PARTICIPANTES:
Acácia RIOS (Faculdade Amadeus); Algemira de Macêdo MENDES (UESPI/UEMA); Angela LAGUARDIA (CLEPUL); Beatriz WEIGERT (UÉvora); Carla NOGUEIRA (UFBA); Constância Lima DUARTE (UFMG); Eliane VASCONCELLOS (FCRB); Elisabeth Fernandes MARTINI (SME-RJ/RGPL); Erika Ruth M. CIARLINI (UESPI); Evelina Sá de Carvalho HOISEL (UFBA); Florentina Silva SOUZA (UFBA); Geórgia ALVES (UFPE); Isabel LOUSADA (UNLisboa); Jailma dos Santos Pedreira MOREIRA (UNEB); Karla Renata MENDES (UFAL); Márcia Rios da SILVA (UNEB); Maria Carlos Lino ALDEIA (CLEPUL); Maria do Carmo CAMPOS (UFRGS); Maria do Socorro CARVALHO (UNEB); Maria Lúcia BARBOSA (CLEPUL); Nadilza MOREIRA (UFPB); Nancy Rita Ferreira VIEIRA (UFBA); Nelma ARÔNIA (UNEB); Odalice Castro SILVA (UFC); Rafaella FERNANDEZ (PACC/UFRJ); Rosa Cristina Hood GAUTÉRIO (UFSC); Rosana KAMITA (UFSC/CNPq); Rosane SALOMONI (PMPA); Simone MARINHO (PMS); Teresa SILVA (UAN); Vania Pinheiro CHAVES (ULisboa); Vanilda Salignac MAZZONI (Memória & Arte/UFBA); Yurgel P. CALDAS (UNIFAP)

ESCRITORAS:
ALBA VALDEZ, ALBERTINA DE LUCENA, AMÉLIA DE FREITAS BEVILÁQUA, CARMELITANA DE ARANTES, CARMEN DA SILVA, CAROLINA MARIA DE JESUS, CECÍLIA MEIRELES, CLARICE LISPECTOR, CORINA COARACI, JÚLIA LOPES DE ALMEIDA, LUIZA AMÉLIA DE QUEIROZ, MARIA FEIO, MARIA LÚCIA LEPECKI, MARIANA COELHO, MARTHA D’AZEVEDO, MYRIAM FRAGA, NOÉMIA DE SOUSA, RACHEL DE QUEIROZ, STELLA DE OXÓSSI

LANÇAMENTO DE LIVROS:
– Coleção Senhoras do Almanaque: Alba Valdez (1874-1962), por Odalice Castro Silva; Anália Vieira do Nascimento (1854-1911), por Beatriz Weigert
– A poética de resíduos de Carolina Maria de Jesus, por Raffaella Fernandez
– ELES E ELAS (2 reimp. João Pessoa, UFPB), por Nadilza Moreira
– Mulheres em Letras: diáspora, memória, resistência (ensaios, 2019, organizado por Constância Lima Duarte, Cristiane Cortes, Juliana Borges e Natalia Fontes de Oliveira), Viçosa, MG: UFV, 2019

Programação

7 outubro
09:00-09:15 – Abertura (Comissão Organizadora Local e representantes das Instituições de Acolhimento)
09:15-10:00 – Conferência
Florentina Silva Souza (UFBA) – Mulheres negras na imprensa periódica
10:15-12:00 – Mesa-Redonda: A coleção «Senhoras do Almanaque»
Mediadora – Nancy Rita Ferreira Vieira (UFBA)Angela Laguardia (Letras de Minas-UFMG) e Maria Lúcia Barbosa (Letras de Minas-UFMG) – Carmelitana de Arantes: um roteiro insólito entre almanaques e periódicos

Elizabeth Fernandes Martini (SME-RJ/RGPL) – Onde bate o coração: a Figueira da Foz pelos olhos de Maria Feio

Maria Carlos Lino Aldeia (CLEPUL) – O ruralismo e o bucolismo na poesia de Albertina de Lucena. Prefiguração simbólica de um mundo melhor?

Odalice Castro Silva (UFC) – Alba Valdez, nos inícios do século XX

Rosana Kamita (UFSC/CNPq) – Travessias literárias: a presença luso-brasileira de Mariana Coelho no Almanaque de Lembranças

Vania Pinheiro Chaves (ULisboa) – Um projeto luso-brasileiro: o Almanaque de Lembranças e a coleção Senhoras do Almanaque

13:30-15:00 – Sessões de comunicações
Mediadora: Márcia Rios da Silva (UNEB)

Geórgia Alves (UFPE) – O retrato da identidade feminina na imprensa dos anos 60/70 a partir das crônicas de Clarice Lispector

Karla Renata Mendes (UFAL) – Cecília Meireles e a literatura em periódicos portugueses

Rafaella Fernandez (PACC/UFRJ) – Reportagens, marginálias e papéis avulsos como documentos de protesto contra a imprensa no espólio de Carolina de Jesus

Rosane Salomoni (PMPA) – Jornalista de carreira e de carterinha: a longa trajetória de Júlia Lopes de Almeida

Yurgel P. Caldas (UNIFAP) – A presença de mulheres do norte do Brasil no Almanaque de Lembranças

15:15-17:00 – Mesa-Redonda: Mulheres e imprensa periódica 1
Mediadora – Vania Pinheiro Chaves (ULisboa)

Beatriz Weigert (UÉvora) – Maria Lúcia Lepecki: crônicas na revista Superinteressante

Erika Ruth Melo Ciarlini (UESPI) e Algemira de Macêdo Mendes (UESPI/UEMA) – A imprensa literária piauiense: percursos históricos (1880-1930)

Evelina Sá de Carvalho Hoisel (UFBA) – Myriam Fraga na imprensa baiana

Maria do Carmo Campos (UFRGS) – Martha e o jornal, um olhar focado na imprensa latino-americana

Maria do Socorro Carvalho (UNEB) – O saber de Stella de Oxóssi na seção de opinião do jornal A Tarde

Nadilza Moreira (UFPB) – «Eles e Elas», crônicas de Júlia Lopes de Almeida em O País

8 outubro
9:00-9:45 – Conferência
Teresa Silva (UAN): A mulher na imprensa angolana
9:45-12:00 – Mesa-Redonda: Mulheres e imprensa periódica 2
Mediadora – Nelma Arônia (UNEB)

Ana Maria Lisboa de Mello (UFRJ) – A visão da sociedade carioca do início do século XX nas crônicas de Carmen Dolores

Carla Nogueira (UFBA) – Noémia de Sousa, a poesia de em periódicos de Moçambique no período colonial

Jailma Pedreira (UNEB) – A cronista Rachel de Queiroz: apropriando-se da escrita de si

Rosa Cristina Hood Gautério (UFSC) – Um olhar para a história da imprensa feminina entressecular no Rio Grande do Sul

Vanilda Salignac Mazzoni (Memória & Arte/UFBA) – As mulheres na imprensa baiana: A tradicional revista A Paladina do Lar

13:30-15:15 – Mesa-Redonda Mulheres e imprensa periódica 3
Mediadora: Rita Aparecida Santos (UNEB/Cátedra Fidelino de Figueiredo)

Acácia Rios (Faculdade Amadeus) – Carmen da Silva na imprensa e na literatura: apontamentos sobre a construção do seu discurso feminista e a formação de leitoras

Cláudia Pazos Alonso (Oxford University) – Francisca Wood e a imprensa periódica do século XIX

Constância Lima Duarte (UFMG) – A história possível: imprensa e emancipação da mulher no Brasil no século XIX

Eliane Vasconcellos (FCRB) – «Modos e modas: usos e costumes»: uma edição anotada da coluna de Corina Coaraci

Simone Marinho (PMS) – Imprensa para Mulheres na Bahia: a normatização do feminino (1860-1917)

15:30-16:15 – Conferência:
Isabel Lousada (NOVA FCSH) – Itinerários (pouco ou nada) previsíveis – elas por elas

16:15-16:45 – Lançamento de livros:

15:30-16:15 – Conferência:
Isabel Lousada (NOVA FCSH) – Itinerários (pouco ou nada) previsíveis – elas por elas

16:15-16:45 – Lançamento de livros:

Coleção Senhoras do Almanaque – Alba Valdez (1874-1962), por Odalice Castro Silva; Amélia Janny (1842-1914), por Maria Aparecida Ribeiro; Anália Vieira do Nascimento (1854-1911), por Beatriz Weigert

A poética de resíduos de Carolina Maria de Jesus, por Raffaella Fernandez

ELES E ELAS (2 reimp. João Pessoa, UFPB), por Nadilza Moreira
16:45-17:00 – Encerramento (Comissão Organizadora Local)

Iº Congresso Mundial de Redes da Diáspora Portuguesa

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Pretende-se reforçar redes de contacto e o apoio mútuo dos vários grupos da Diáspora em todas as suas geografias e formatos, agregados por áreas acadêmicas ou profissionais, ou de natureza transversal, e a valorização do papel fulcral que têm estes Portugueses que estão no exterior, enquanto plataforma de promoção de Portugal nos países onde residem.

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Sardinhada à Portuguesa

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No Brasil, é comum associar a tradição da culinária portuguesa ao bacalhau. Óbvio que “existem mais de 1001 maneiras” de confeccionar o bacalhau, mas, para além deste peixe, os portugueses costumam ter também na sua ementa normal, uma miríade de tantos outros peixes. Não é à toa que Portugal é o 3º país do mundo que mais consome peixe.

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