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GPL abre inscrições para curso de Metodologia Científica Introdutória

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Já estão abertas as inscrições para o curso de Metodologia Científica Introdutória no Gabinete Português de Leitura. As aulas serão realizadas em junho e ministradas, por meio da plataforma Zoom, pelo professor Milton Bernardes Júnior, doutor em Antropologia pela Universidade de Salamanca (Espanha) e mestre em metodologia da didática do Ensino Superior, pela Faculdade de São Bento da Bahia.

O curso tem carga horária de 30 horas. O investimento é de R$ 200.

O conteúdo do programa trata, dentre outros pontos, dos conceitos de conhecimento, ciência e problema, e das técnicas de pesquisa na elaboração do trabalho científico.

Clique aqui para fazer a inscrição.

“Temos que conservar essa casa”, diz Francisco Senna em palestra no GPL

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“Temos que conservar essa casa. É um presente da comunidade portuguesa para a Bahia”. A afirmação do professor Francisco Senna, durante a palestra de comemoração dos 159 anos de fundação do Gabinete Português de Leitura, resumiu o sentimento de associados e convidados presentes ao evento na noite de ontem, quinta-feira, 24 de março.

Arquiteto e historiador, Chico Senna discorreu sobre a trajetória do Gabinete, desde a fundação em 2 de março de 1863, aos dias de hoje. Lembrou a importância cultural da instituição e alertou para os problemas ocasionados após as mudanças no trânsito adotadas nos últimos anos nas imediações da Praça da Piedade. “Hoje temos uma desordem instalada em todo o entorno e devemos nos insurgir contra essa situação”, disse.

Do encontro, que contou também com uma apresentação musical do vice-presidente do Gabinete, o saxofonista Daniel Bento, ficou decidida a criação de grupos de discussão e de trabalho a fim de encontrar soluções para as questões de segurança, coleta de lixo e ordenamento do uso do solo.

O presidente do Gabinete Português de Leitura, Rodrigo Leitão, em breve discurso, destacou a união dos portugueses e descendentes ao longo de mais de um século e meio, e, sobre o momento atual, pediu o apoio das autoridades públicas. O diretor de Cultura, Flávio Novaes, falou sobre as atividades desenvolvidas durante a pandemia e o retorno das atividades presenciais em 2023. Por fim, Daniel Bento apresentou o HUB Artes, iniciativa do Gabinete para desenvolver projetos de inovação.

Na plateia, o ex-senador Valdeck Ornelas, o ex-secretário de Turismo Fausto Franco, Alda Líria Fráguas, representando o cônsul de Portugal em Salvador, Jorge Fonseca, e a chefe da Gabinete da Fundação Pedro Calmon, Suely Melo, representando a Secretaria de Cultura do Estado. Também estiveram presentes o historiador e urbanista Paulo Ormindo, o jornalista Luis Guilherme Pontes Tavares, vice-presidente da Associação Bahiana de Imprensa, o presidente da Câmara Portuguesa Ricardo Galvão, além de urbanistas e historiadores.

GPL celebra 159 anos e debate soluções para a Praça da Piedade

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O Gabinete Português de Leitura reúne nesta quinta-feira, 24, às 18 horas, em evento para convidados, historiadores, arquitetos, urbanistas, empresários e autoridades ligadas à área da cultura para celebrar os 159 anos da instituição. Na oportunidade, o professor Francisco Senna fará palestra sobre o tema ‘O Gabinete Português de Cultura e a Cidade do Salvador’.

Será o início de uma série de encontros com o objetivo de debater soluções para o entorno da Praça da Piedade. Ali estão situados, além do Gabinete, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, sede da secional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil, Convento da Lapa, Igreja e Convento de Nossa Senhora da Piedade, Igreja de São Pedro, Center Lapa, Shopping Piedade, Faculdade de Economia da Ufba e Secretaria de Segurança Pública do Estado.

História – Fundado em 2 de março de 1863, o Gabinete Português de Leitura nasceu com a finalidade de reunir “obras de reconhecida utilidade, escritas nos idiomas português e francês, e mais aquelas que posteriormente se julgarem mais precisas, assim como os principais jornais publicados em Portugal e no Brasil”, como diz a ata de fundação.

Funcionou, inicialmente, na Rua Direita do Comércio, próximo ao porto de Salvador. Durante toda a segunda metade do século XIX, mudou diversas vezes de endereço, até chegar, em 1896, à rua do Palácio, atual Rua Chile.

Em 1912, era escolhido um lugar definitivo para a sede. Seis anos depois, em 3 de fevereiro de 1918, Salvador recebia o lindo prédio, com características de monumento, na antiga Praça 13 de maio, hoje Praça da Piedade.

Gabinete Português de Leitura completa 159 anos de olho no futuro

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O Gabinete Português de Leitura completa nesta quarta-feira, 2 de março, 159 anos, com um olhar para o futuro. Ao comemorar a data, a mais antiga instituição cultural em atividade na Bahia se prepara para dar início às atividades do HUB A.R.T.E.S – Arquitetura, Re-ativação, Tecnologia, Engenharia e Sustentabilidade.

A iniciativa de empreendedores e pesquisadores foca, inicialmente, nas questões ligadas ao prédio do gabinete, na praça da Piedade, inaugurado em 1918: reforma, restauração e modernização. “O hub vai utilizar os conhecimentos dos integrantes do grupo em artes, arquitetura, engenharias e tecnologia, comunicação e direito, para reativar a instituição como protagonista no cenário cultural da Bahia, de maneira criativa e sustentável, cumprindo seu papel de ser referência da cultura portuguesa na Bahia”, explica Daniel Bento, vice-presidente do Gabinete e um dos componentes da equipe.

Os estudos estão em fase avançada e as primeiras ações devem ser anunciadas ainda neste mês. A diretoria do Gabinete vai lançar uma série de atividades para abrir as comemorações dos 160 anos, em 2023.

História – Fundado em 2 de março de 1863 pelos irmãos comendadores Manoel Joaquim Rodrigues e Francisco José Rodrigues Pedreira, o Gabinete Português de Leitura nasceu com a finalidade de reunir “obras de reconhecida utilidade, escritas nos idiomas português e francês, e mais aquelas que posteriormente se julgarem mais precisas, assim como os principais jornais publicados em Portugal e no Brasil”, como diz a ata de fundação. E assim foi.

A primeira sede ocupava um prédio na Rua Direita do Comércio, próximo ao porto de Salvador. Ainda durante toda a segunda metade daquele século, mudou diversas vezes de endereço, até chegar, em 1896, à rua do Palácio, ao lado do sítio de fundação da primeira capital do Brasil.

Em 1912, era escolhido um lugar definitivo para a sede. Seis anos depois, em 3 de fevereiro de 1918, Salvador recebia o lindo prédio, com características de monumento, na antiga Praça 13 de maio, hoje Praça da Piedade.

Edifíco-sede da Praça da Piedade completa 104 anos

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O Gabinete Português de Leitura da Bahia comemora hoje, 3 de fevereiro, os 104 anos do edifício-sede, situado na Praça da Piedade. Projetado pelo arquiteto italiano Alberto Borelli e construído pelo mestre de obras português Pinto Parente, o prédio tem estilo arquitetônico Neomanuelino, uma joia no centro da cidade.

A primeira sede ocupava um prédio na Rua Direita do Comércio, próximo ao porto de Salvador. Mudou diversas vezes de endereço. Em 1912, enfim, era escolhido um lugar definitivo para a sede. Seis anos depois, em 3 de fevereiro de 1918, Salvador recebia o lindo prédio, com características de monumento, na antiga Praça 13 de maio, hoje Praça da Piedade.

Fundado em 2 de março de 1863 pelos irmãos comendadores Manoel Joaquim Rodrigues e Francisco José Rodrigues Pedreira, o Gabinete Português de Leitura nasceu com a finalidade de reunir “obras de reconhecida utilidade, escritas nos idiomas português e francês, e mais aquelas que posteriormente se julgarem mais precisas, assim como os principais jornais publicados em Portugal e no Brasil”, como diz a ata de fundação. E assim tem sido. Em 2023, o Gabinete Português de Leitura completa 160 anos.

A Bahia se despede do professor, jornalista e historiador Cid Teixeira

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O professor, jornalista e historiador Cid Teixeira foi sepultado na tarde desta quarta-feira (22), no Cemitério do Campo Santo, em Salvador. Familiares, amigos e admiradores se despediram do homem conhecido na segunda metade do século XX como a “Memória da Bahia”. Cid faleceu na terça-feira, 21.

Formado em Direito, preferiu trilhar outros caminhos. Trabalhou em jornais de Salvador, fez programas de rádio e foi professor de História. Frequentador do Gabinete Português de Leitura da Bahia, Cid recebeu a homenagem do jornalista, pesquisador e diretor de cultura do Gabinete, Flávio Novaes (na foto, com o professor Cid, em 2007), por meio de um artigo publicado na edição de hoje do jornal A Tarde. Confira o texto abaixo:

Tá valendo, professor

De pronto, cabe registrar: ouço de Cid Teixeira alguns “não sei”. Poucos, é verdade. Como a origem do nome Chame-Chame, lembro bem. E, quando ele responde com informação, sempre traz as fontes.

São horas e horas de bate papo, em uma relação de amizade formada após dias de apuração. No primeiro contato, tristeza: rasga folhas do talão de cheque do filho Afonso, recém-falecido àquela altura. Conversas na Academia de Letras da Bahia, no Instituto Geográfico e Histórico, na Belle´s da Afonso Celso e na casa-escritório-biblioteca na Rua das Rosas, almoços no Kirin. Ou no apartamento da Paulo VI, um três quartos repleto de livros. SÓ de livros, na cozinha e nos banheiros, inclusive. Na sexta-feira seguinte à publicação, o inesquecível almoço no Varal da Dadá, no Alto das Pombas.

Seguimos. Cada encontro, uma aula. Eu acompanho as palestras. Em uma delas, no CREA, na casa dos engenheiros, no Vale do Ogunjá, aprendo: “os senhores sabem que o óleo de baleia não dá liga, não faz argamassa. O dinheiro da venda do óleo de baleia para a Europa é que financiou a construção de muitos edifícios em Salvador”.

Bom humor, sempre: “Maluco é quem empresta livro raro; doido é quem devolve”. E em um passeio no meu Gol Bola 1.0, vamos conferir a iluminação de Natal no Terreiro de Jesus e na Praça da Sé. Na altura do cruzamento da Ajuda com a Ladeira da Praça, trânsito interditado. O policial se aproxima e olha para o carona. Vê um sorriso tímido. Retribui, autoriza a passagem.

Profundo conhecedor da evolução urbana da primeira capital do Brasil, sugere para uma das novas ruas da Pituba o nome Miguel Navarro Y Cañizares. A antiga, em Nazaré, dedicada ao pintor espanhol, morador da cidade no final do século XIX, havia desaparecido com as obras da Fonte Nova, no início dos anos 1950.

Sabe tudo da cultura popular. Mais, da soteropolitana. Tem guardado bilhetinhos jogados pelo povo em direção ao Caboclo no Dois de Julho com pedidos de graças e um pedaço do pote quebrado no histórico clássico Bahia x Botafogo. Não é amante do futebol. Mas assiste aos jogos do Brasil nas copas saboreando um prato típico do país adversário. Da culinária baiana, reclama da salada no acarajé: “Qualquer hora dessa o turista vai colocar ketchup”.

Na conversa de 1º de julho, pede com jeitinho, quase implora: “Amanhã, não esqueça a Cabocla, não. Fica ali sozinha, ninguém dá bola pra ela”. Então, antes de chegar ao Campo Grande, passo para conferir a estátua, em frente ao Quartel dos Aflitos.

Sabe transitar com elegância entre o Jornalismo e a História. Chefia redações, escreve, torna-se referência e vira consultor de primeira hora para repórteres. Reclama. Às vezes se sente um produto descartável, não há o retorno esperado após a publicação do texto que ajudou a produzir.

Mas, segue disponível. “Tá valendo”, responde. Cid Teixeira, o Senhor História, inesquecível, está sempre presente.

Vídeo sobre importância do GPL finaliza projeto cultural da Aldir Blanc

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Um vídeo que conta a importância do Gabinete Português de Leitura para a cultura da Bahia e a relação familiar entre fundadores e atuais gerações que preservam a memória da instituição lusitana encerra o projeto “Gabinete Português de Leitura: a cultura portuguesa viva na Bahia”, disponível ao público através do canal www.youtube.com/gabineteportuguesdeleituradabahia. Clique aqui para assisitir.

De janeiro a novembro deste ano, ocorreram três cursos, na modalidade on-line: Redação, Língua Iorubá e Metodologia Científica (que reuniram mais de 100 participantes), duas exposições presenciais (Eça de Queirós e José Saramago), três palestras virtuais (uma sobre os 200 anos sem Inquisição, trajetórias de Bartolomeu de Gusmão e Santos Dumont, além do Dia de Portugal), também disponíveis no youtube, com as presenças de renomados especialistas.

Durante o projeto também foram restauradas 13 obras raras do acervo da Biblioteca do Gabinete, além do lançamento – em homenagem aos 158 anos de fundação do GPL – do tour virtual 360º, que já obteve quase 30 mil visualizações e pode ser conferido no endereço www.bahiaview360.com.br/gplsalvador. Acesse aqui.

“A diretoria do Gabinete Português de Leitura vem homenagear a profícua parceria com o Governo do Estado, Secretaria da Cultura, Programa Cultura Viva GPL, a qual proporcionou durante toda a sua execução, a promoção de atividades de grande valor cultural, que só engrandeceram o nome do Gabinete. Na oportunidade também expressa a profunda gratidão a todos os envolvidos nessa empreitada”, declara o presidente do GPL, Rodrigo Leitão.

O Gabinete Português de Leitura é uma das instituições culturais mais importantes do Estado. Fundado em 1863, e com sede localizada na Praça da Piedade, o edifício neo-manuelino possui uma beleza arquitetônica que resgata grande parte da tradição lusitana na era dos descobrimentos. Tem por finalidade a promoção da cultura de expressão portuguesa nas suas mais variadas formas. Atualmente abriga, no Centro de Estudos Portugueses – Casa Fernando Pessoa, o maior número de obras raras de reconhecida utilidade, escritas no idioma português, com obras também em francês, inglês, espanhol, italiano e alemão. Além de ser uma instituição filantrópica, é pioneira no Estado na criação do Escritório de Investigação e Memória dos Transportes na Baía de Todos os Santos.

A iniciativa integra a programação do projeto “Gabinete Português de Leitura: a cultura portuguesa viva na Bahia”, com apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Aula sobre cristãos-novos movimenta GPL; assista aqui

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A participação de Marquês de Pombal no processo de declínio do Santo Ofício, revelações de cultos judaicos na Bahia no período colonial e o processo de nacionalidade aos descendentes de Judeus Sefarditas foram alguns dos temas tratados no programa “Cristãos-novos na Bahia: 200 anos sem Inquisição”, promovido pelo Gabinete Português de Leitura na última terça-feira, 23.

Participaram da apresentação a professora Suzana Severs, doutora em História Social pela Universidade de São Paulo e a professora Elaine Santos, integrante do Grupo de Pesquisa História da América Portuguesa, com foco na história dos cristãos-novos. A mediação foi do diretor de Cultura do Gabinete Português de Leitura, Flávio Novaes.

Clique aqui e assista ao programa.

Exposição reúne depoimentos sobre vida e obra de José Saramago

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Em homenagem ao escritor José Saramago, o Gabinete Português de Leitura apresenta a exposição “Olhares Cruzados sobre José Saramago”, de 24 a 30 de novembro de 2021, com visitação das 10h às 12h e das 13h às 16h. Instalada na Biblioteca Infante D. Henrique, a mostra contém painéis, cedidos pelo Instituto Camões, com depoimentos de amigos, críticos e admiradores do escritor português, à época do recebimento do Prêmio
Nobel de Literatura, atribuído ao conjunto de sua obra, em outubro de 1998, portanto, há 23 anos.

Filho e neto de camponeses, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, província da Ribatejo, no dia 16 de novembro de 1922. Fez estudos secundários (liceu e técnico) que, por causa de dificuldades econômicas, não pode prosseguir. Seu primeiro emprego foi como serralheiro mecânico, além de ter exercido outras profissões como desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, editor, tradutor, jornalista. Publicou Terra
do Pecado, em 1947. Trabalhou como crítico literário na Revista Seara Nova, fez parte da Redação do jornal Diário de Lisboa, pertenceu a primeira Direção da Associação Portuguesa de Escritores e foi presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Autores, além de diretor adjunto do jornal Diário de Notícias.

Dentre alguns depoimentos à disposição do público estão: “Os brasileiros também se sentem premiados”, declarou Rachel de Queiroz ao jornal de Notícias. “É uma consagração de Saramago, mas também da literatura portuguesa no seu conjunto…”, pontuou ao mesmo impresso, o escritor José Manuel Tengarrinha. “…O mundo aprendeu os portugueses, a dor portuguesa, a melancolia portuguesa, a esperança e o júbilo portugueses, o quente e efusivo amor português ao ler os livros deste homem seco, sábio, sereno, grave, eternamente preocupado com o rigor do pensamento e com a
geometria da palavra”, contribuiu Baptista-Bastos, em publicação na Revista Camões, n.3.

José Saramago escreveu: Terra do Pecado, 1947; Os Poemas Possíveis, 1966;
Provavelmente Alegria, 1970; Deste Mundo e do Outro, 1971; A bagagem do Viajante, 1973; O Ano de 1993, 1975; Os Apontamentos, 1976; Manual de Pintura e Caligrafia, 1977; Objeto Quase, 1978; Poética dos Cinco Sentidos, 1979; A Noite (1979); Levantado do Chão (1980); Viagem a Portugal, (1981); Memorial do Convento, 1982; O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984; A Jangada de Pedra, 1986; A Segunda Vida de Francisco de Assis, 1987; História do Cerco de Lisboa, 1989; O Evangelho Segundo Jesus Cristo, 1991; A Caverna, 2000; O Homem Duplicado, 2002; As Pequenas Memórias, 2006; O Caderno, 2009; Caim, 2009.

Foi Comendador da Ordem Militar de Santiago de Espada (1985); Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras Francesas (1991); Prêmio Camões (1995); Doutor Honoris Causa (1999), pela Universidade de Nottinghan, na Inglaterra; Doutor Honoris Causa (2004), pela Universidade de
Coimbra. Em 2007 criou a Fundação José Saramago. Morreu em 18 de junho de 2010.

A Revista de Cultura e Literatura de Língua Portuguesa QVINTO IMPÉRIO, editada pelo GPL, em seu número 23 (2009-2010), em homenagem a José Saramago, está à venda na Biblioteca da instituição.

A iniciativa integra a programação do projeto “Gabinete Português de Leitura: a cultura portuguesa viva na Bahia”, com apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.