Diálogos Atlânticos vai ao Oceano Índico e visita Luís Bernardo Honwana

22 de julho de 2021 qq coisa

Um manifesto pela liberdade que se anunciava, em forma de contos. Assim é Nós matamos o cão tinhóso, do moçambicano Luís Bernardo Honwana, próxima atração do projeto Diálogos Atlânticos, no dia 29 de Julho, às 18 horas (Brasil) e 22 horas (Portugal). A transmissão será realizada pelo canal do YouTube do Gabinete Português de Leitura da Bahia. Clique aqui para assistir ao programa.

A coletânea, publicada em 1964, é um clássico da literatura moçambicana e das literaturas africanas de língua portuguesa, traduzido para o inglês, alemão, francês, sueco e espanhol. Uma obra que ensina como enfrentar as adversidades da vida sem perder a humanidade, tudo a partir do contexto colonial no qual foi escrito.

Osvaldo Silvestre, professor da Universidade de Coimbra,  é o provocador do debate, que será moderado pelo professor Sandro Ornellas, do Instituto de Letras da UFBA. Os convidados são a professora Catarina Maia, também de Coimbra, e Mario Chico Bonde, da UFBA.

Diálogos Atlânticos, uma parceria do Gabinete Português de Leitura da Bahia com o jornal português Sinal Aberto (sinalaberto.pt), prevê seis edições de rodas de conversa virtuais, com especialistas brasileiros e portugueses. A primeira edição, em maio, analisou Catatau, de Paulo Leminski. Em junho, A máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe, foi a obra escolhida. Você pode ver as duas edições aqui.

Após uma parada em agosto, o projeto retorna para mais três programas. Próximos encontros:

Setembro: Niketche: uma história de poligamia, de Paulina Chiziane

Outubro: Pornopopeia, de Reinaldo Moraes

Novembro: Viagem à Índia, Gonçalo M. Tavares.